Dra. Carolina Hammes, oftalmologista especialista em Estrabismo e Oftalmopediatria. Diagnóstico e tratamento com precisão, acolhimento e excelência no cuidado visual.
Graduação pela UFRJ | Especialização em Oftalmopediatria, Estrabismo e Neuroftalmologia pela UNIFESP | Oftalmopediatria e Estrabismo pela University of British Columbia (UBC)
Toxina botulínica para correção de estrabismo
Cirurgia de estrabismo
Sondagem de vias lacrimais
Exame oftalmológico sob sedação
Atendimento adulto e infantil
Suporte total na fase de recuperação
A idade ideal depende do tipo de estrabismo. Nem todo estrabismo é a mesma condição, e o tratamento varia. Os casos de desvio convergente, por exemplo, geralmente são tratados mais precocemente, em torno de 1 ano de idade.
Não há limite de idade. Qualquer adulto saudável e insatisfeito com seu estrabismo pode ser candidato à cirurgia.
O diagnóstico precoce é fundamental e pode ser feito por meio de exames oftalmológicos detalhados, como a fundoscopia, ultrassonografia ocular, tomografia, ressonância magnética e biópsias, quando necessário. A avaliação regular com um especialista é essencial para detectar alterações ainda em estágios iniciais.
Embora a cirurgia seja eficaz, há cerca de 20% de chance de o desvio retornar ao longo da vida. Nem todos os casos de recidiva exigem nova intervenção, e pode levar muitos anos para o desvio reaparecer, se ocorrer.
A cirurgia de estrabismo exige uma abertura na conjuntiva para acessar os músculos. Existem dois tipos principais de abordagem:
• Convencional (limbar): A incisão é feita próxima à córnea;
• Fórnice: A incisão é feita mais distante da córnea, permitindo maior conforto pós-operatório e cicatrização mais rápida.
A incisão fórnice é a nossa técnica de preferência para a maioria dos pacientes.
Geralmente, sete dias são suficientes para retornar às atividades habituais. Esse período pode variar dependendo do tipo de cirurgia e da recuperação do paciente.